Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017

O jogo nas Antas

 

0-0 foi o resultado do jogo que opôs o Sport Lisboa e Benfica ao clube corrupto do Porto, na cidade do Porto.

 

Um jogo dividido onde o Benfica teve superioridade na 1ª parte e onde o clube da casa teve mais alento na 2ª.

 

Invariavelmente, estes jogos neste estadio e contra este clube estão sempre repletos de factores extra futebol, ou melhor, extra pontapé na bola e desportivismo propriamente dito.

 

O clima que esse clube criou desde a época passada em todo o futebol português, atingindo tudo e todos sem olhar a meios, sejam eles desportivos, éticos ou legais, obviamente condicionou todo o desenrolar deste jogo.

 

A comunicação social conivente com este tipo de "actuação", que em virtude da coligação do clube da fruta com o clube dos carneiros representa agora bem mais de 90% a nivel nacional, obviamente que não ajuda em nada, quer à dignificação do desporto, neste caso o futebol, quer aos valores do desporto em si, quer sobretudo quanto à veracidade dos factos, em que muitos deles são disponibilizados via audiovisualmente não dando assim azo a qualquer dúvida.

 

Quanto ao jogo em si, viu-se um Benfica personalizado em campo, com um meio campo forte durante todo o encontro, com criatividade nas alas, tudo muito bem apoiado por uma defesa sólida.

Varela esteve muito bem, excelente nas poucas vezes em que teve de intervir.

André Almeida fez provavelmente o melhor jogo que o vi fazer no Benfica. Simplesmente excelente, ainda para mais quando tinha de "guardar" o melhor jogador da equipa adversária. Brindou-o inclusivamente com uma "cueca" à moda antiga.

Luisão e Jardel estiveram bem, registando-se a subida de forma de Jardel com naturalidade à medida que os minutos a titular se vão somando.

Grimaldo como sempre melhor a atacar do que a defender, aspecto em que tem de continuar a melhorar.

Feija igual a si proprio, Pizzi em linha com o que temos visto nesta época, Krovinovic a revelar-se um caso sério de entrega a defender e de criatividade quando tem a bola nos pés. Samaris que entrou na 2ª parte para o lugar de Pizzi também esteve bem, dando a entrega e a calma necessária sobretudo quando Jorge Sousa colocou o Benfica a jogar apenas com 10. Zivcovic é um excelente jogador mas viu-se que ainda está verde para este tipo de jogos, tendo de trabalhar na concentração e maturidade das suas exibições (o 1º cartão amarelo que levou é um excelente exemplo disso).

Cervi fez um excelente jogo, nunca parando de atacar com a criatividade e velocidade que só ele tem, mesmo sendo castigado sucessivamente com faltas durissimas. Deixo aqui a questão, quantas faltas sofreu Cervi neste encontro?

Jonas numa missão solitária lá à frente, sempre perigoso, mas quando os arbitros não fazem o seu trabalho torna-se mais dificil. Conseguiu roubar um vermelho directo a um central adversário, só o árbitro (e a comunicação social avençada) é que não viu.

 

Quanto a Jorge Sousa, o árbitro deste encontro, teve uma vez mais uma actuação desastrada com nitido prejuizo quer para a verdade desportiva, quer para com o Sport Lisboa e Benfica. 

1 vermelho directo aos 10 minutos de jogo, vários cartões amarelos que ficaram por mostrar aos jogadores do clube corrupto assumido, enquanto que para com a outra equipa não se coibiu de expulsar um jogador com meia-duzia de minutos em campo.

É este aquele a que a comunicação social avençada apelida de o 2º melhor árbitro português. 

 

Antes do encontro, uma vez mais podemos assistir a adeptos do Benfica agredidos a caminho do jogo infelizmente, continua sem se perceber como existe este tipo de impunidade para quem pratica este tipo de acções.

 

Durante o encontro, foi visivel o arremesso de bolas de golfe entre outros objectos para dentro do relvado mais concretamente onde se encontravam os jogadores do Benfica. SItuação que também não é nova neste estádio, e também não se percebe qual a razão para a impunidade não só de quem pratica estas acções (este estádio tem várias câmaras de filmar), mas também do clube que apoia claques que constantemente incentiva este (e outros) tipo de comportamentos. Devem de existir regulamentos especificos para este clube assumidamente corrupto e seus adeptos quer desportivos quer legais, só assim é que se poderá perceber porque é que certas situação só ali ocorrem e de forma repetida.

 

Outra situação que infelizmente não é nova neste estádio e com o clube assumidamente corrupto, foi o sururu criado na segunda parte junto ao banco do Sport Lisboa e Benfica. É de realçar que um simples toque na bola fez com que todo o banco do clube assumidamente corrupto corresse na direcção do banco do Benfica, para além de outra situação ainda mais grave que se tratou de um adepto do clube assumidamente corrupto ter invadido o campo para agredir um jogador do Benfica.

 

Ficamos a aguardar pelo que as autoridades competentes, quer desportivas quer judiciais, vão fazer relativamente a todos estes acontecimentos.

 

A comunicação social avençada lá continua a fazer as suas encomendas, falando em dominios, golos anulados, pura e simplesmente omitindo o que de realmente se passou em campo. Desde o relato em directo na SportTV pelos "ajoelhados" do costume, a toda a cambada de psudo-jornalistas que por ai anda, quer em jornais, quer nas radios, quer nas televisões, a repetirem mentiras até à exaustão numa tentativa vã de criarem uma realidade virtual. É o desespero, e eles este ano estão mesmo desesperados.

 

O que é facto é que com este resultado, que não foi o melhor para o Sport Lisboa e Benfica, o Benfica só depende de si para vencer este campeonato, facto este que doi muito a todos os avençados que por ai andam que já tinham dado o Benfica como completamente arredado de qualquer conquista este ano futebolistico, isto apesar de já ter conquistado a Supertaça, tendo inclusivamente dado também "guias de marcha" a pelo menos metade do plantel do Benfica como inclusivamente ao próprio treinador Rui Vitória.

 

Continuamos a afirmar que a melhor forma de acabar com os avençados da comunicação social será os Benfiquistas não consumirem jornais, programas de radio, de televisão ou blogs e facebooks, onde é por demais evidente a tentativa sistemática de criar uma "realidade" alternativa.

Mas ai dirão, "então não posso ver, ouvir ou ler quase nada?", ao que eu respondo prontamente que sim, é isso mesmo, pois tirando a BTV não consigo identificar um unico programa de TV ou de rádio que não esteja sob o dominio dos deturpadores da realidade. Jornais idem, tirando umas rarissimas excepções de uns poucos colunistas, e mesmo blogs e facebooks de pseudo-benfiquistas não faltam por ai.

Vejam os jogos e avaliem por vós, não se deixem enganar.

 

Rumo ao Penta.

 

Viva o Benfica!

 

E Pluribus Unum. 

publicado por Potenza às 16:04
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017

Lapso do Tribunal adia o julgamento de PSP que agrediu adeptos do Benfica !

Começa mal o julgamento do subcomissário da PSP Filipe Silva (à direita na foto).

 

Subcomissário Filipe Silva a direita.jpg

 

 

Pormenores tecnicos fizeram com que o mesmo fosse adiado para o dia 16 de Abril do proximo ano(!).

 

João Nabais, advogado de José Magalhães e do pai, lamentou o adiamento. Diz que, tal como os queixosos, ficou "chocado e desiludido". "Quando o julgamento se realizar, em abril, passaram quase três anos da data dos factos", atirou, lamentando que "uma coisa tão simples consiga impedir "uma máquina tão pesada de arrancar". 

Segue o link para a noticia:

 

http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/lapso-do-tribunal-adia-o-julgamento-de-psp-que-agrediu-adeptos-do-benfica?ref=cmaominuto_timeline

 

Estaremos atentos ao desenrolar deste julgamento, pois tal como referido anteriormente, tudo o que não seja a imediata irradiação da PSP, proibição de exercer este e/ou qualquer outro cargo de autoridade de forma vitalicia, indemnização correspondente as acções efectuadas ás vitimas, e um bom periodo de "reflexão" num estabelecimento prisional (como presidiario, claro) não pode ser considerado justiça.

publicado por Potenza às 10:42
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Quarta-feira, 29 de Novembro de 2017

Julio Cesar "O Imperador"

 

Como Benfiquista foi um previlegio e um prazer poder acompanhar parte da carreira deste fabuloso guarda-redes que passou pelo nosso Glorioso Sport Lisboa e Benfica.

 

Um verdadeiro Campeão (neste caso Tri-Campeão nacional, vencedor de uma Taça de Portugal, de uma Supertaça Candido de Oliveira e de duas Taças da Liga) no Benfica, titulos que acrescentou a tantos outros anteriormente conquistados na sua brilhante carreira internacional quer a nivel de clubes quer a nivel de selecção Brasileira. 

 

 

Até na despedida é visivel a alma de Campeão e de Benfiquista.

 

 

Serás sempre um de nós, resta-me desejar felicidades e tudo de bom a este nosso Campeão.

publicado por Potenza às 11:43
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Terça-feira, 28 de Novembro de 2017

Tribunal de Guimarães julga oficial da PSP acusado de agredir adeptos do Benfica

 

 

 

 

Todos tivemos a oportunidade de visualizar via televisão este infeliz e lamentável acontecimento que se deu logo após o jogo do Glorioso Sport Lisboa e Benfica em Guimarães em Maio de 2015.

 

Todos pudemos constatar a brutalidade, o desrespeito pelo cidadão, crianças e idosos, o total abuso de autoridade praticado pelo subcomissário da PSP Filipe Silva. Não existe qualquer justificação para as acções efectuadas pelo subcomissário da PSP Filipe Silva.

 

Como se isso não bastasse, o mesmo subcomissário da PSP Filipe Silva alega o seguinte:

 

"No auto de notícia, o subcomissário escreveu que o adepto filho resistiu a uma ordem de detenção e lhe deu uma cuspidela, o ameaçou e o injuriou.

Disse ainda que só usou o bastão face à “elevada possibilidade” de ser agredido pelo adepto.

Escreveu também que o adepto pai o agarrou e o tentou manietar, uma situação de que alegadamente terão resultado escoriações num ombro e um rasgão no polo da farda.

Juntou fotos que a acusação considera não corresponderem à verdade, até porque no final do policiamento Filipe Silva teria o polo “intacto”.

Na fase de instrução, Filipe Silva pediu que as alegadas vítimas fossem acusadas de injúria e resistência e coação sobre funcionário, mas o juiz não deu provimento."

 

Recorre ainda a este tipo de mentiras ...

 

Tudo o que não seja a imediata irradiação da PSP, proibição de exercer este e/ou qualquer outro cargo de autoridade de forma vitalicia, indemnização correspondente as acções efectuadas ás vitimas, e um bom periodo de "reflexão" num estabelecimento prisional (como presidiario, claro) não pode ser considerado justiça.

 

Segue o link para a noticia:

 

Tribunal de Guimarães julga oficial da PSP acusado de agredir adeptos do Benfica

 

 

publicado por Potenza às 16:57
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Liga dos Campeões 2017/18 - Acções a tomar

 

Definitivamente esta não será uma edição da Liga dos Campeões para recordar, não só pelos resultados mas também por outras situações que nos levam a escrever o seguinte.

Ontem mais uma derrota com o CSKA, e mais um golo sofrido irregularmente. 

O Benfica deve de efectuar um levantamento de todos os lances "polémicos" (chamemos-lhes assim), e envia-los para a UEFA junto com o protesto correspondente. São várias as situações em praticamente todos os jogos que a arbitragem prejudicou o Sport Lisboa e Benfica.

Não será novidade que a comunicação social em Portugal não faça por divulgar estas situaçoes, pois quem acompanha o futebol português sabe bem a mando de quem a mesma se encontra, mesmo que para isso prejudique todo um Pais futebolistico. É o que temos, está à vista de todos, e resta-nos continuar a apelar aos Benfiquistas que ainda não praticam que deixem de consumir produtos dos media que se encontram totalmente ao serviço de outros clubes em Portugal, sejam eles jornais, revistas, programas televisivos, programas radiofonicos ou sites/blogs/jornais electronicos.

Num breve exercicio de sintese, comparem a divulgação por parte da comunicação social de uma das campanhas anteriores do Sporting  e agora comparem o tratamento dado ao Benfica nesta edição da LC. A diferença é abismal.

 

No que diz respeito à equipa e ao futebol praticado, não foi efectivamente o melhor.

 

Existe também, como é aliás normal quando não se ganha, alguma contestação ás opções tecnicas e tácticas utiizadas pelo Benfica.

Em primeiro a mudança do sistema táctico. Parece-me evidente que o meio campo apresentava fragilidades quando era utilizado o 4x4x2, e tentou-se mudar para um 4x3x3 de forma a contornar essa situação, o problema e que estas mudanças não se conseguem fazer de um dia para o outro, são rotinas que levam tempo a adquirir e a afinar.

Quanto ás escolhas dos jogadores por parte de Rui Vitória, só ele sabera quem se encontra em melhores condições pois é ele quem esta com os jogadores diariamente.

O que faz alguma confusão aos adeptos, é vermos um Pizzi totalmente fora de forma a continuar a titular ou com muitos minutos em campo, que o Samaris não joga, e a falta de uma referência no ataque do Benfica (jogar sem ponta de lança).

 

Vamos ver como a equipa irá reagir ao facto de estar fora das competições europeias. Fisicamente será um trunfo para o resto das competições nacionais, e bem que precisa desse tempo e folego para estabilizar quer tacticamente quer as opções de Rui Vitória.

 

Agora vamos jogar com o Setubal e teremos de impor mais uma derrota ao anti-benfiquista primário que dá pelo nome de Couceiro.

 

Pela verdade desportiva!

Viva o Benfica!

 

E Pluribus Unum.

publicado por Potenza às 11:54
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Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

O novo apito dourado

 

Tardava que a comunicação do nosso Glorioso Clube disponibilizasse algo a denunciar o que está à vista de todos aqueles que acompanham o futebol português de forma isenta, desde logo excluimos daqui a esmagadora maioria da comunicação social pois está novamente submissa aos poderes/interesses da corrupção no futebol sendo assim um dos principais responsáveis pelo estado lastimável que podemos atualmente presenciar do futebol português.

 

Aplaudimos todas as iniciativas que demonstrem o que efectivamente se passa dando o nosso contributo na divulgação das mesmas.

 

 

Pela verdade desportiva,

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum.

publicado por Potenza às 11:39
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Domingo, 27 de Abril de 2014

Depois do título, mais 2 finais!

Depois da brilhante conquista do 33 campeonato nacional, o nosso Glorioso clube conquistou o acesso ás finais das 2 outras competições nacionais, onde curiosamente irá defrontar o mesmo adversário, o Rio Ave. Tal como no campeonato, foi necessária um super equipe para ultrapassar os maiores obstáculos que são impostos ao nosso clube nos últimos 30 anos, os árbitros. Em ambas as meias finais, o Glorioso Sport Lisboa e Benfica foi obrigado a jogar mais de uma hora com menos uma unidade devido a erros clamorosos e absolta e inequivocamente tendenciosos por parte dos árbitros Pedro "gosta de ir a galas da arbitragem da associação do Porto apesar de pertencer a de Lisboa" Proença (também conhecido pelo desdentado do Colombo), e por parte de Marco Ferreira que não se coibiu de expulsar o Steven e de mostrar um cartão amarelo ridículo a Andre Almeida quando deixou passar em claro nítidas faltas muito mais graves que exigiam critério disciplinar que penalizariam a equipa que os praticou (aquela do Mangala e absolutamente impossível de nada ser assinalado e mostrado). Grande Jardel. As suas declarações no flash interview reflectem os sentimentos de todos os Benfiquistas ! Uma palavra para os "comentadeiros, relatedeiros" da tvi. Absolutamente vergonhoso. Imparcialidade e código deontológico são coisas desconhecidas na secção de desporto da tvi. Se do fóssil do Mauel Queiroz (tantos anos de rebucadinhos, cafés com leite, envelopes venenosos, conselhos matrimoniais, só podiam dar na debilidade que apresenta) se pode esperar tudo, do outro palhaço que o acompanhava ... Nem tenho palavras além de nojo para descrever o seu ... Trabalho (?). Com tantos jovens licenciados em jornalismo que há por aí dispostos a fazer bem o seu trabalho (entenda-se com imparcialidade) e provavelmente dispostos a ganhar menos, não se conseguem perceber estas opções da Média Capital. Deixo também um cumprimento especial a Oscar Cardozo, tão mal tratado pelos "jornalistas desportivos". Não te preocupes Tacuara, és apenas o melhor goleador estrangeiro do nosso Glorioso clube, o Sport Lisboa e Benfica. Devo ainda de demonstrar todo o meu desprezo por políticos que fazem questão de se sentar ao lado dos representantes máximos da corrupção desportiva em Portugal, pois ninguém os obriga a estar ali. Deixo aqui o alerta aos Benfiquistas relativamente a este Assis, pois as eleições não tardam! Ganhamos o campeonato com toda e justiça, mas não podemos deixar passar em claro os roubos a que o nosso Glorioso clube continua a ser sujeito por parte dos senhores do apito ! Estaremos sempre alerta, e não hesitaremos em denunciar todas estas situações de injustiça para com o nosso clube ! Vamos recuperar bem esta semana para que em Turim consigamos marcar e garantir o acesso a mais uma final ! Força Benfica ! Pela verdade desportiva ! Viva o Benfica! E Pluribus Unum ! Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 20:40
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

O desespero dos rastejantes e dos corruptos assumidos condenados.

 

 

Como "eles" estão ...

 

 

 

 

Xistra "ladrão, gatuno, lagartinóide de gema" para o Olhanense

e o "desdentado, desvirtuador máximo da verdade desportiva em Portugal e não só, frequentador assiduo das galas do fcp e das arbitragens do Porto", do Proença.

Só falta o "dragay d'ouro" do Benquerença para completar o tridente do demo. (que por acaso anda desaparecido, felizmente).

 

Pela verdade desportiva !

Contra tudo e contra todos !

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

O grande senhor.

 

"

Sven-Goran Eriksson é o homem que em 1977, tinha 29 anos, chegou a um clube da III Divisão sueca e decidiu contratar um psicólogo para ajudar a ultrapassar o bloqueio mental da equipa nos momentos decisivos. É o homem que marcou uma era no futebol português no início dos anos 80 e voltou no final da década para aquele que chama um «futebol mais sujo, mais corrupto». É o homem que conta histórias sem fim de futebol, (tantas cruzadas com Portugal) no mesmo tom frio em que fala das mulheres que traiu, do dinheiro que ganhou e perdeu, de corrupção e de doping, dos muitos escândalos e negócios escuros em que se envolveu. É o homem que se expõe assim numa biografia de 350 páginas de relatos crus, sem rodeios e sem floreados. E que, a começar e depois a acabar, tenta explicar por que motivo, depois de já ter estado lá em cima, não consegue parar, apesar de a sua carreira se ter tornado há muito irrelevante. Aos 65 anos, Eriksson escreveu um livro, entre um cargo de diretor de um clube no Dubai e uma nova aventura, que ainda dura, na China.
«Sven, a minha história», é uma narrativa de vida na primeira pessoa. Desde que nasceu, em 1948, filho de uma mãe solteira que o criou sozinha durante dois anos até o pai adolescente ganhar coragem para dizer à família que eles existiam. Passando pela infância no centro da Suécia, onde Eriksson justifica aquele que é um dos principais traços da sua personalidade: «Em Varmland não falamos muito de nós próprios. Somos educados, mas raramente revelamos as nossas verdadeiras emoções. Um traço de caráter que me ajudou na minha vida profissional.»
Eriksson relata uma adolescência despreocupada, num meio de classe média baixa. De um jovem que não fazia grandes planos de vida, a não ser dizer um dia, já com uns copos a mais, que «iria ser famoso». Um rapaz que começou por trabalhar numa companhia de seguros, antes de decidir que queria estudar desporto na universidade. E que sempre teve, diz ele, «sucesso com as raparigas».


Um sistema novo conhecido como 4x4x2 Eriksson teve a primeira oportunidade como treinador no Degerfors pela mão de Tord Grip, que viria mais tarde a ser o seu número dois, ora como ajdunto ora como scout, em muitos dos clubes e seleções que treinou. No livro relata a luta para implantar  no Degerfors «um sistema novo conhecido como 4x4x2», no qual lhe agradava a ideia de «tudo ser assente em organização e lógica coletiva»: «Era uma revolução contra o individualismo.»
Subiu com o Degerfors à II Divisão e deu nas vistas. Em janeiro de 1979 já estava no IFK Gotemburgo. Quis saber mais sobre o futebol inglês e o 4x4x2 e visitou Bobby Robson no Ipswich. Conta como se espantou quando Robson lhe disse para se sentar ao lado dele no banco no jogo seguinte.
Prosseguiu em Gotemburgo a sua batalha pela organização tática. «Pressionar e cobrir eram termos gregos para os jogadores. O facto de eu usar bola em 95 por cento do treino talvez fosse uma surpresa positiva para eles, mas devem ter ficado chocados com a forma como os exercícios eram rigorosos. »
Alguns quiseram fazer dessa batalha tática uma batalha ideológica. Num clube com raízes políticas fortes na esquerda, houve quem visse paralelismos entre a organização baseada no coletivismo de Eriksson e a social-democracia sueca de Olof Palme. Mas Eriksson não se compromete: «Não havia ideologia política por trás da minha filosofia de futebol. Queria construir a melhor equipa possível. Se jogássemos como equipa – um por todos e todos por um – conseguíamos melhores resultados. Não era mais complicado que isso.»
Eriksson começou noutro tempo e noutro futebol. Mais esta consideração tática, não isenta de ironia: «Durante a época de 1980 fiz a grande descoberta de que o futebol também podia ser jogado no meio-campo. Antes olhava para o meio-campo como uma peça na engrenagem defensiva.»


Benfica, a primeira passagem Na última época em Gotemburgo, 1981/82, Eriksson ganhou tudo: campeonato, Taça e Taça UEFA. E então apareceu o Benfica. Ele diz que aceitou de imediato e relata a chegada a Lisboa, com centenas de pessoas no aeroporto. «Pensei que estavam ali à espera de um primeiro-ministro ou outro alto-dignitário, mas estavam à minha espera.» Depois, conta como foi conduzido direto à sala de troféus da Luz: «Estava a abarrotar de taças. Nunca tinha visto nada tão impressionante. Foi quando percebi o que esperavam de mim no Benfica. Calculo que tenha sido essa a razão por que me mostraram aquela sala.»
Depois, recorda como Fernando Martins teve dificuldades em impor o seu nome num «clube muito conservador» como o Benfica, e como foi ganhar para a Luz «quatro ou cinco vezes mais» do que ganhava na Suécia. Conta como ficou «chocado» quando chegou ao treino e percebeu que a equipa tinha 45 jogadores. Fala de um clube que tinha «estagnado» e que precisava de uma «revolução», e explica como escolheu Toni para adjunto porque sentiu logo empatia com o antigo jogador.
As recordações misturam a paixão da família por Portugal e os grandes jogos europeus. A final da Taça UEFA perdida para o Anderlecht em 1983 - «a minha primeira grande derrota» - e a eliminação com o Liverpool na Taça dos Campeões na época seguinte, quando começou a pensar se «teria chegado ao limite com o Benfica».

 


A paixão italiana E então apareceu a Roma. Eriksson assume que tinha há muito uma paixão pelo futebol italiano, então «a maior Liga do mundo». E não desperdiçou a oportunidade de treinar o campeão italiano, apesar de se ter «sentido mal por trair Fernando Martins, os jogadores e os adeptos» do Benfica.
Foram 17 anos de futebol italiano, interrompidos pelo regresso à Luz entre 1989 e 1992. A Roma é um relato de tempos difíceis, uma primeira época de pesadelo, num tempo em que os treinadores estrangeiros nem podiam sentar-se no banco na Serie A. O período italiano é também um relato na primeira pessoa do mundo obscuro do calcio. Conta Eriksson que perguntou ao filho do dono da Roma se o clube tinha mesmo subornado, como se insinuava, o árbitro Michel Vautrout na meia-final da Taça dos Campeões de 1984. «O Riccardo acenou devagar. Infelizmente era verdade.»
Anos mais tarde, na Fiorentina, outra história. Uma conversa com o diretor desportivo viola, Nardino Previdi: «Foi falar comigo sobre o jogo que íamos ter. Será um jogo duro, disse. Talvez um empate seja suficiente. Sim, disse. Um empate seria suficiente, mas uma vitória seria melhor. Previdi olhou para mim. Depois disse: ‘Se ficarmos satisfeitos com o empate, talvez se possa arranjar.’ De repente percebi onde ele queria chegar e abanei a cabeça. ‘Não, não, não.’»
Foi na Fiorentina que encontrou aquele que diz ser o melhor jogador que já treinou. «Nunca tinha treinado, e possivelmente não voltarei a treinar, um talento como Roberto Baggio.» E foi lá que teve como adversário Diego Maradona. Um Nápoles-Fiorentina desse tempo pelos olhos de Eriksson: «O Maradona fez de nós o que quis. A certa altura o nosso lateral-esquerdo, Stefano Carobbi, correu para o banco e disse: ‘Que raio quer que eu faça com o Maradona?’ ‘Não sei’, gritei. ‘Dá-lhe um pontapé na perna’.»


Benfica, a segunda vez  :

A Fiorentina era pequena de mais para ambição de Eriksson e por isso, quando voltou a aparecer o Benfica, com a Taça dos Campeões como meta, ele voltou. Para um futebol diferente, diz. «Durante os cinco anos que tinha estado fora de Portugal, o futebol lá tinha-se tornado mais sujo, mais corrupto. Havia muitos escândalos e havia sempre conversas sobre árbitros. O Porto tinha-se tornado muito mais poderoso.»
O segundo período no Benfica inclui um relato detalhado da visita às Antas no famoso campeonato de 1991 decidido por César Brito, «um jogador periférico de que ninguém voltaria a ouvir falar». «Quando chegámos ao balneário, estava trancado. Pedi aos seguranças para o abrirem, mas eles ignoraram-me por completo. Pinto da Costa, o presidente do FC Porto e o homem mais poderoso do futebol português na altura, apareceu, a dizer que de acordo com as regras, o balneário dos visitantes só tinha que estar disponível uma hora antes do jogo. ‘Respeito muito o senhor Eriksson como pessoa’, disse. ‘Mas guerra é guerra.’»
«Quando o balneário foi finalmente aberto», continua o livro, «descobrimos que tinha sido pulverizado com um químico qualquer que tornava impossível respirar. Os nossos jogadores tiveram que se equipar no átrio, cá fora. Perguntei a um funcionário do Porto se podíamos pelo menos ter acesso ao relvado, mas as ordens de Da Costa eram que a equipa visitante só podia subir ao relvado meia hora antes do pontapé de saía. Quando subimos para o campo, o relvado estava tão molhado que dificilmente conseguíamos fazer um passe, e as linhas tinham sido redesenhadas para tornar o campo mais pequeno. O nosso banco tinha sido colocado quase em linha com a área de penálti, e preso de forma que era impossível movê-lo.»
Veio a terceira época no Benfica, que «foi um pesadelo». Eriksson diz que foi Gaspar Ramos quem o convenceu a ficar mais essa temporada, o que «foi um erro». Conta como conheceu nessa altura Pini Zahavi, até hoje um dos empresários com mais peso no futebol mundial e com quem manteve relações desde então, e lhe comprou Yuran e Kulkov. «Tínhamos dois jovens médios, Rui Costa e Paulo Sousa, que se estreavam na primeira equipa, mas éramos fracos na frente e não sei como consegui montar uma defesa. Os reforços russos nunca se adaptaram.» Yuran «gostava da boa vida, mas não estava habituado ao dinheiro; não confiava no banco e guardava o dinheiro no colchão».


«Il perdente di successo» Eriksson queria voltar a Itália apesar de, diz, poder ter ido para o Bayern Munique. Apareceu a Sampdoria e não olhou para trás. Foram cinco anos no clube de Génova, duas Taças ganhas e uma meia-final da Taça das Taças. Onde eliminou o FC Porto, nos quartos de final. «Perdemos a primeira mão em casa, 1-0. Na segunda mão fui ter com Pinto da Costa e lembrei-o do jogo pelo Benfica uns anos antes. Ele limitou-se a rir. Desta vez fui o último a rir.»
Foi na Sampdoria que começou a ganhar a alcunha que o perseguiu desde então. «Il perdente di successo», o perdedor com glamour. Seguiu-se a Lazio e, apesar de ter ganho duas Taças de Itália e a Supertaça no clube romano, só contrariou de facto aquela imagem ao fim de quatro anos, quando conquistou finalmente o «scudetto». Uma vitória no meio da nebulosa que era o futebol italiano. A Lazio lutou pelo título com a Juventus e Eriksson relata o episódio famoso em que o árbitro Massimo De Santis invalidou um golo do Parma à Juventus na penúltima jornada. De Santis viria a ser suspenso anos mais tarde, envolvido no Calciocaos, em 2006.


Inglaterra, o emprego impossível E depois a vida de Eriksson mudou. Apareceu a seleção de Inglaterra, disse adeus ao futebol de clubes a alto nível e entrou num mundo novo. Era 2001. Foram cinco anos num cargo «impossível», como o definiu o antigo primeiro-ministro Tony Blair numa conversa de aeroporto com Eriksson.
Os anos ingleses são um relato de futebol, mas também da sucessão de casos e de escândalos em que se viu envolvido.
Antes de mais, as dificuldades em construir a equipa. «Em miúdos, os jogadores mais fracos ou iam para a baliza ou para o lado esquerdo. Talvez em Inglaterra funcionasse como em Torsby, porque havia poucos bons jogadores para essas posições. Foram o tendão de Aquiles durante todo o meu tempo como selecionador da Inglaterra.»
O livro tem, claro, o relato dos dois Mundiais e um Europeu, em todos eliminado nos quartos de final. Sempre frente a Scolari, duas vezes frente a Portugal.
Mundial 2002, Ronaldinho «a mentir» 2002, a queda frente ao Brasil, decidida num livre de Ronaldinho. «Ele queria marcar naquele livre ou foi sorte?», atormenta-se Eriksson. «Anos mais fiz-lhe a pergunta em português. ‘Sven, sabes que foi um remate.’ ‘Estás a mentir’; disse-lhe.»

 

Euro 2004, os penáltis e a relva Depois 2004. Eriksson aproveita aliás para contar no livro que teve um papel na vitória de Portugal para a organização da prova. Amigo de Lennart Johansson, promoveu uma reunião com o presidente da UEFA e Gilberto Madaíl e garantiu ao compatriota que Portugal estaria à altura do desafio.
2004 para Eriksson terminou na eliminação com Portugal, com Ricardo e os penáltis. Daquele jogo, o golo de Rui Costa visto por Sven. «Iria Rui Costa, que tinha começado a carreira 14 anos antes no Benfica quando eu era treinador, terminar a sua carreira internacional eliminando-me do Europeu?» Antes, o golo de Sol Campbell que não valeu e custou a carreira ao árbitro Urs Meier. Eriksson conta que, perante a campanha de que Meier foi alvo em Inglaterra, ligou ao juiz a pedir-lhe desculpa em nome da seleção. E depois os penáltis, claro, e a falha de Beckham. Eriksson tinha pedido para arranjarem a relva na marca de penálti na Luz na véspera. «Não arranjaram.»

 

Mundial 2006, o fim 2006, de novo Portugal, os penáltis depois da expulsão de Rooney. «Nunca vi o lance na televisão. Não sei se Rooney foi bem ou mal expulso. Só sabia o que queria dizer quanto às nossas hipóteses no jogo.» A Inglaterra tinha treinado penáltis, uma e outra vez, garante Eriksson. «Mas no treino não era como no jogo a sério. Eu sabia disso.»

 

A Inglaterra caiu e foi o fim da linha para Eriksson. Ele voltou para a Suécia e remoeu vezes sem conta o que tinha corrido mal. «Devia ter trazido um treinador para preparar mentalmente os jogadores para os penáltis. Por que não o fiz?» Também responde às críticas dos media: «Em cinco anos e meio só perdi três jogos no tempo regulamentar.» Mas sabe que as estatísticas, no fim, pouco interessam. «A margem entre falhanço e sucesso é fina como uma lâmina. No fim só os resultados contam. Sabia-o melhor que ninguém.»
Ferguson e Mourinho De Inglaterra, Eriksson recorda ainda as batalhas com Ferguson, sempre relutante em ceder jogadores à seleção. Sobre todas a guerra por Rooney, quando o avançado partiu o pé num jogo com o Chelsea a dois meses do Mundial 2006. Ferguson proibiu Eriksson de entrar no balneário no fim do jogo e disse que não podia levar Rooney ao Mundial.
Eriksson relata uma reunião tensa em que o médico da seleção explicou que o jogador podia recuperar, na cara de um furioso Ferguson. Pelo contrário, conta Sven, Mourinho nunca levantou este tipo de problemas. «Gostava de Mourinho. Para fora, ele era vaidoso, mas era um tipo simpático. Ao contrário do Ferguson, nunca me deu problemas com os jogadores dele.»
Do sheik falso a Pyongyang Eriksson já estava fora da seleção inglesa antes do Mundial. A gota de água tinha sido o escândalo do sheik, quando se deixou apanhar numa armadilha do tablóide «News of the World», a admitir treinar o Aston Villa.
Eriksson tenta explicar como se deixou envolver naquilo. O contacto foi de Athole Still, um empresário com quem trabalhava há muito e que até terá obtido autorização da FA para a viagem. E Eriksson foi. O livro está cheio de histórias em que Eriksson se deixou ir, que ele justifica num misto de boa vontade e ingenuidade. Como anos mais tarde, quando embarcou num obscuro projeto para fazer do Notts County um clube de topo. Era uma aldrabice e Eriksson conta que mais tarde até colaborou com a BBC para um documentário que desmontava a história.
É dessa altura o relato de uma visita surreal à Coreia do Norte. Os responsáveis do Notts County disseram a Eriksson que a presença dele seria útil nessa viagem, que pretendia avançar com «um grande negócio» relacionado com «recursos minerais». E Eriksson foi.  
Dessa viagem relata uma conversa com aquele que pensa ser o presidente da Federação da Coreia do Norte, que tinha acabado de se apurar para o Mundial 2010. «Pediu-me para os ajudar a conseguir um sorteio favorável para o Mundial. ‘O que quer dizer?’, perguntei. «Dado que eu conhecia gente na FIFA, não poderia ajudar a assegurar que a Coreia do Norte tinha um grupo fácil?» Eriksson respondeu que era impossível e lá voltou para Inglaterra, não sem ter ficado retido no aeroporto em Pyongyang porque, aparentemente, o tal negócio que os seus sócios britânicos tinham ido fazer não correu assim tão bem.
Em 2010 acabou por voltar a cruzar-se com a Coreia do Norte (e com Portugal, e com o Brasil), quando levou a Costa do Marfim à fase final: «Aparentemente, o plano deles para combinar o sorteio tinha-se virado contra eles.»
Não ao Benfica Depois de Inglaterra esteve mais de um ano parado. Ainda foi para o Manchester City, de onde o milionário tailandês que tinha comprado o clube o despediu. Contra a vontade, relata Eriksson, dos adeptos e dos jogadores, que chegaram a ameaçar fazer greve. Mas foi por estar preso num jogo do City que não viajou para a Suécia a tempo de se despedir da mãe antes da sua morte. A mãe a quem ligou todos os dias da sua vida.
O City foi o fim de Eriksson no futebol de topo. Em 2008 recusou voltar ao Benfica, depois de um encontro com Rui Costa e Luís Filipe Vieira. Arrependeu-se, como se arrependeu de muitas outras escolhas que fez.
Seguiu-se a seleção do México, o Notts County, quatro meses na Costa do Marfim, o Leicester, depois foi diretor-técnico num clube tailandês e noutro do Dubai. Em junho de 2013 voltou ao banco, para treinar o Guanzhou RF.

O dinheiro e o resto que perdeu É aí que acaba de escrever o livro. A olhar para trás. Confessa que, relendo o que está escrito, se sente deprimido. «Para onde foram os anos?» Hoje Eriksson está sozinho. A mãe dos seus filhos separou-se dele há muito, quando soube do seu primeiro caso, em Itália. As muitas namoradas passaram. Os dois filhos têm as suas vidas. O mais velho formou-se em desporto e chegou a trabalhar com Sven nos últimos anos.
Perdeu muito do crescimento dos filhos. Um dos momentos mais duros do livro é quando relata como a filha lhe pediu que não fosse à sua formatura, porque não queria que a cerimónia se transformasse num circo de «paparazzi» ingleses. «O preço que paguei pelo meu sucesso foi alto, mas nunca me perguntei se valia a pena.»
Também está sem dinheiro, diz. Dinheiro é um assunto recorrente no livro. Porque Eriksson sabe que tem fama de ser ganancioso, passa o livro a dizer que não, que nunca ligou ao dinheiro. «Não sei o preço de um pacote de leite, mas também não sabia quando era jovem na Suécia.» O livro está no entanto cheio de pormenores sobre o dinheiro que foi ganhando, mas também sobre o que perdeu.
Perdeu muito, diz, com Samir Khan, o seu antigo conselheiro financeiro que acusa de ter gasto quase toda a sua fortuna sem ele saber, qualquer coisa como 10 milhões de libras. Na versão de Eriksson, Khan explorou precisamente o seu desapego ao dinheiro. Está em tribunal contra ele.
Tem mais dois casos em tribunal. Um deles contra Nancy Dell’Olio, antiga namorada com quem viveu anos, de Itália a Inglaterra, por um diferendo sobre partilhas. E o terceiro contra os donos do «Mirror», que Eriksson acusa de ter colocado os seus telefones sob escuta, conseguindo assim divulgar, entre outras coisas, o seu caso com a sueca Ulrika Johnsson, o primeiro grande escândalo de saias de Eriksson em Inglaterra. 
Eriksson diz que não tem assim tanto dinheiro e por isso precisa de trabalhar. Acaba de pôr a sua propriedade na Suécia à venda. Mas o motivo por que não para é mais profundo. No início do livro, Sven conta como se encontrou em Itália com Nils Liedholm, lenda do futebol sueco e do calcio, e este, já reformado, acabou a conversa a implorar-lhe que lhe arranjasse um clube para treinar, «nem que fosse uma equipa de juniores». «Se Liedholm, a lenda, não se sentia satisfeito, é possível alguma vez um treinador de futebol ficar satisfeito? Agora sei a resposta.»
"
 
 
Óbviamente vou comprar este livro escrito por uma pessoa e um profissional que eu sempre admirei.
 
Saudações Benfiquistas.
publicado por Potenza às 19:15
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Sábado, 3 de Novembro de 2012

Vasco Santos seguido de João Ferreira

 

Apesar da vitória incontestável do Sport Lisboa e Benfica no último jogo do campeonato frente ao Gil Vicente, não podemos deixar de referir a péssima arbitragem de Vasco Santos neste encontro.

O facto de Lima ter marcado logo no inicio do encontro foi importantissimo, pois desmontou desde logo as verdadeiras inteções de Vasco Santos, que mesmo assim não se inibiu e solidificou uma exibição digna de finalistas de europeus de futebol.

Pio, jogador do Gil Vicente, fartou-se de fazer faltas neste jogo, mais particularmente na 1ª parte do encontro em que 5 delas (Maxi arrancado pela raiz, Lima impedido de continuar o lance, Enzo agarrado pela camisola(!), novamente Maxi a sofrer falta dura, e a outra já não me recordo) foram para amarelo sendo que Vasco Santos não sancionou uma unica delas com a respectiva admoestação disciplinar.

Ao mesmo tempo, Matic tropeça e choca com um adversário, comete a sua 1ª falta e vê desde logo o cartão amarelo.

Hallison, central do Gil, empurra com os cotovelos Lima pela nuca (!) jogando este ao chão quando tentava fazer o passe para Cardozo que ficaria com apenas um defesa pela frente, nada, apenas uma falta normalissima pois nem impediu o contra-ataque nem nada.

Pior do que isso só mesmo o 1º cartão amarelo assinalado a Enzo, quer dizer, o jogador encarnado está na posse de bola, tenta iniciar o ataque da sua equipa, e quando vai efectuar o passe para o ataque Pio tenta disputar o lance mas joga-se para o chão, sendo que em nenhuma das repetições é visivel de houve efectivamente contacto fisico entre os dois jogadores, e Vasco Santos resolve uma saida para o ataque do Benfica com um livre perigoso a favor do Gil e cartão amarelo a Enzo. Isto é nitidamente uma palhaçada.

Consideramos que temos de denunciar isto sempre, e não apenas quando o Benfica perde, mas sim sempre que o Benfica é nitidamente prejudicado pelas arbitragens independentemente do resultado. Conquistou-se uma vitória justa e expressiva, mas vimos um jogador injustamente expulso apenas e só por uma ausência de critérios equivamentes por parte do arbitro do encontro, Vasco Santos.

Agora para um jogo quentinho com o Guimarães, vem o João Ferreira.

E todos sabemos do que o João Ferreira é capaz, principalmente em jogos com elevado grau de intensidade como costumam ser os confrontos entre o Benfica e o Guimarães.

 

Finalmente jesus colocou em campo aquela que sempre considerei que deveria ser a dupla titular do ataque do Benfica. Cardozo e Lima. Sem qualquer desprimor relativamente a Rodrigo, mas neste momento não existe qualquer dúvida. É que com esta dupla, as equipas adversárias nunca conseguem ter os dois marcados de forma eficiente, pois a unica forma é destaparem o resto.

 

Pela verdade desportiva !

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 13:13
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