Domingo, 27 de Abril de 2014

Depois do título, mais 2 finais!

Depois da brilhante conquista do 33 campeonato nacional, o nosso Glorioso clube conquistou o acesso ás finais das 2 outras competições nacionais, onde curiosamente irá defrontar o mesmo adversário, o Rio Ave. Tal como no campeonato, foi necessária um super equipe para ultrapassar os maiores obstáculos que são impostos ao nosso clube nos últimos 30 anos, os árbitros. Em ambas as meias finais, o Glorioso Sport Lisboa e Benfica foi obrigado a jogar mais de uma hora com menos uma unidade devido a erros clamorosos e absolta e inequivocamente tendenciosos por parte dos árbitros Pedro "gosta de ir a galas da arbitragem da associação do Porto apesar de pertencer a de Lisboa" Proença (também conhecido pelo desdentado do Colombo), e por parte de Marco Ferreira que não se coibiu de expulsar o Steven e de mostrar um cartão amarelo ridículo a Andre Almeida quando deixou passar em claro nítidas faltas muito mais graves que exigiam critério disciplinar que penalizariam a equipa que os praticou (aquela do Mangala e absolutamente impossível de nada ser assinalado e mostrado). Grande Jardel. As suas declarações no flash interview reflectem os sentimentos de todos os Benfiquistas ! Uma palavra para os "comentadeiros, relatedeiros" da tvi. Absolutamente vergonhoso. Imparcialidade e código deontológico são coisas desconhecidas na secção de desporto da tvi. Se do fóssil do Mauel Queiroz (tantos anos de rebucadinhos, cafés com leite, envelopes venenosos, conselhos matrimoniais, só podiam dar na debilidade que apresenta) se pode esperar tudo, do outro palhaço que o acompanhava ... Nem tenho palavras além de nojo para descrever o seu ... Trabalho (?). Com tantos jovens licenciados em jornalismo que há por aí dispostos a fazer bem o seu trabalho (entenda-se com imparcialidade) e provavelmente dispostos a ganhar menos, não se conseguem perceber estas opções da Média Capital. Deixo também um cumprimento especial a Oscar Cardozo, tão mal tratado pelos "jornalistas desportivos". Não te preocupes Tacuara, és apenas o melhor goleador estrangeiro do nosso Glorioso clube, o Sport Lisboa e Benfica. Devo ainda de demonstrar todo o meu desprezo por políticos que fazem questão de se sentar ao lado dos representantes máximos da corrupção desportiva em Portugal, pois ninguém os obriga a estar ali. Deixo aqui o alerta aos Benfiquistas relativamente a este Assis, pois as eleições não tardam! Ganhamos o campeonato com toda e justiça, mas não podemos deixar passar em claro os roubos a que o nosso Glorioso clube continua a ser sujeito por parte dos senhores do apito ! Estaremos sempre alerta, e não hesitaremos em denunciar todas estas situações de injustiça para com o nosso clube ! Vamos recuperar bem esta semana para que em Turim consigamos marcar e garantir o acesso a mais uma final ! Força Benfica ! Pela verdade desportiva ! Viva o Benfica! E Pluribus Unum ! Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 20:40
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

O desespero dos rastejantes e dos corruptos assumidos condenados.

 

 

Como "eles" estão ...

 

 

 

 

Xistra "ladrão, gatuno, lagartinóide de gema" para o Olhanense

e o "desdentado, desvirtuador máximo da verdade desportiva em Portugal e não só, frequentador assiduo das galas do fcp e das arbitragens do Porto", do Proença.

Só falta o "dragay d'ouro" do Benquerença para completar o tridente do demo. (que por acaso anda desaparecido, felizmente).

 

Pela verdade desportiva !

Contra tudo e contra todos !

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

publicado por Potenza às 13:04
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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

O grande senhor.

 

"

Sven-Goran Eriksson é o homem que em 1977, tinha 29 anos, chegou a um clube da III Divisão sueca e decidiu contratar um psicólogo para ajudar a ultrapassar o bloqueio mental da equipa nos momentos decisivos. É o homem que marcou uma era no futebol português no início dos anos 80 e voltou no final da década para aquele que chama um «futebol mais sujo, mais corrupto». É o homem que conta histórias sem fim de futebol, (tantas cruzadas com Portugal) no mesmo tom frio em que fala das mulheres que traiu, do dinheiro que ganhou e perdeu, de corrupção e de doping, dos muitos escândalos e negócios escuros em que se envolveu. É o homem que se expõe assim numa biografia de 350 páginas de relatos crus, sem rodeios e sem floreados. E que, a começar e depois a acabar, tenta explicar por que motivo, depois de já ter estado lá em cima, não consegue parar, apesar de a sua carreira se ter tornado há muito irrelevante. Aos 65 anos, Eriksson escreveu um livro, entre um cargo de diretor de um clube no Dubai e uma nova aventura, que ainda dura, na China.
«Sven, a minha história», é uma narrativa de vida na primeira pessoa. Desde que nasceu, em 1948, filho de uma mãe solteira que o criou sozinha durante dois anos até o pai adolescente ganhar coragem para dizer à família que eles existiam. Passando pela infância no centro da Suécia, onde Eriksson justifica aquele que é um dos principais traços da sua personalidade: «Em Varmland não falamos muito de nós próprios. Somos educados, mas raramente revelamos as nossas verdadeiras emoções. Um traço de caráter que me ajudou na minha vida profissional.»
Eriksson relata uma adolescência despreocupada, num meio de classe média baixa. De um jovem que não fazia grandes planos de vida, a não ser dizer um dia, já com uns copos a mais, que «iria ser famoso». Um rapaz que começou por trabalhar numa companhia de seguros, antes de decidir que queria estudar desporto na universidade. E que sempre teve, diz ele, «sucesso com as raparigas».


Um sistema novo conhecido como 4x4x2 Eriksson teve a primeira oportunidade como treinador no Degerfors pela mão de Tord Grip, que viria mais tarde a ser o seu número dois, ora como ajdunto ora como scout, em muitos dos clubes e seleções que treinou. No livro relata a luta para implantar  no Degerfors «um sistema novo conhecido como 4x4x2», no qual lhe agradava a ideia de «tudo ser assente em organização e lógica coletiva»: «Era uma revolução contra o individualismo.»
Subiu com o Degerfors à II Divisão e deu nas vistas. Em janeiro de 1979 já estava no IFK Gotemburgo. Quis saber mais sobre o futebol inglês e o 4x4x2 e visitou Bobby Robson no Ipswich. Conta como se espantou quando Robson lhe disse para se sentar ao lado dele no banco no jogo seguinte.
Prosseguiu em Gotemburgo a sua batalha pela organização tática. «Pressionar e cobrir eram termos gregos para os jogadores. O facto de eu usar bola em 95 por cento do treino talvez fosse uma surpresa positiva para eles, mas devem ter ficado chocados com a forma como os exercícios eram rigorosos. »
Alguns quiseram fazer dessa batalha tática uma batalha ideológica. Num clube com raízes políticas fortes na esquerda, houve quem visse paralelismos entre a organização baseada no coletivismo de Eriksson e a social-democracia sueca de Olof Palme. Mas Eriksson não se compromete: «Não havia ideologia política por trás da minha filosofia de futebol. Queria construir a melhor equipa possível. Se jogássemos como equipa – um por todos e todos por um – conseguíamos melhores resultados. Não era mais complicado que isso.»
Eriksson começou noutro tempo e noutro futebol. Mais esta consideração tática, não isenta de ironia: «Durante a época de 1980 fiz a grande descoberta de que o futebol também podia ser jogado no meio-campo. Antes olhava para o meio-campo como uma peça na engrenagem defensiva.»


Benfica, a primeira passagem Na última época em Gotemburgo, 1981/82, Eriksson ganhou tudo: campeonato, Taça e Taça UEFA. E então apareceu o Benfica. Ele diz que aceitou de imediato e relata a chegada a Lisboa, com centenas de pessoas no aeroporto. «Pensei que estavam ali à espera de um primeiro-ministro ou outro alto-dignitário, mas estavam à minha espera.» Depois, conta como foi conduzido direto à sala de troféus da Luz: «Estava a abarrotar de taças. Nunca tinha visto nada tão impressionante. Foi quando percebi o que esperavam de mim no Benfica. Calculo que tenha sido essa a razão por que me mostraram aquela sala.»
Depois, recorda como Fernando Martins teve dificuldades em impor o seu nome num «clube muito conservador» como o Benfica, e como foi ganhar para a Luz «quatro ou cinco vezes mais» do que ganhava na Suécia. Conta como ficou «chocado» quando chegou ao treino e percebeu que a equipa tinha 45 jogadores. Fala de um clube que tinha «estagnado» e que precisava de uma «revolução», e explica como escolheu Toni para adjunto porque sentiu logo empatia com o antigo jogador.
As recordações misturam a paixão da família por Portugal e os grandes jogos europeus. A final da Taça UEFA perdida para o Anderlecht em 1983 - «a minha primeira grande derrota» - e a eliminação com o Liverpool na Taça dos Campeões na época seguinte, quando começou a pensar se «teria chegado ao limite com o Benfica».

 


A paixão italiana E então apareceu a Roma. Eriksson assume que tinha há muito uma paixão pelo futebol italiano, então «a maior Liga do mundo». E não desperdiçou a oportunidade de treinar o campeão italiano, apesar de se ter «sentido mal por trair Fernando Martins, os jogadores e os adeptos» do Benfica.
Foram 17 anos de futebol italiano, interrompidos pelo regresso à Luz entre 1989 e 1992. A Roma é um relato de tempos difíceis, uma primeira época de pesadelo, num tempo em que os treinadores estrangeiros nem podiam sentar-se no banco na Serie A. O período italiano é também um relato na primeira pessoa do mundo obscuro do calcio. Conta Eriksson que perguntou ao filho do dono da Roma se o clube tinha mesmo subornado, como se insinuava, o árbitro Michel Vautrout na meia-final da Taça dos Campeões de 1984. «O Riccardo acenou devagar. Infelizmente era verdade.»
Anos mais tarde, na Fiorentina, outra história. Uma conversa com o diretor desportivo viola, Nardino Previdi: «Foi falar comigo sobre o jogo que íamos ter. Será um jogo duro, disse. Talvez um empate seja suficiente. Sim, disse. Um empate seria suficiente, mas uma vitória seria melhor. Previdi olhou para mim. Depois disse: ‘Se ficarmos satisfeitos com o empate, talvez se possa arranjar.’ De repente percebi onde ele queria chegar e abanei a cabeça. ‘Não, não, não.’»
Foi na Fiorentina que encontrou aquele que diz ser o melhor jogador que já treinou. «Nunca tinha treinado, e possivelmente não voltarei a treinar, um talento como Roberto Baggio.» E foi lá que teve como adversário Diego Maradona. Um Nápoles-Fiorentina desse tempo pelos olhos de Eriksson: «O Maradona fez de nós o que quis. A certa altura o nosso lateral-esquerdo, Stefano Carobbi, correu para o banco e disse: ‘Que raio quer que eu faça com o Maradona?’ ‘Não sei’, gritei. ‘Dá-lhe um pontapé na perna’.»


Benfica, a segunda vez  :

A Fiorentina era pequena de mais para ambição de Eriksson e por isso, quando voltou a aparecer o Benfica, com a Taça dos Campeões como meta, ele voltou. Para um futebol diferente, diz. «Durante os cinco anos que tinha estado fora de Portugal, o futebol lá tinha-se tornado mais sujo, mais corrupto. Havia muitos escândalos e havia sempre conversas sobre árbitros. O Porto tinha-se tornado muito mais poderoso.»
O segundo período no Benfica inclui um relato detalhado da visita às Antas no famoso campeonato de 1991 decidido por César Brito, «um jogador periférico de que ninguém voltaria a ouvir falar». «Quando chegámos ao balneário, estava trancado. Pedi aos seguranças para o abrirem, mas eles ignoraram-me por completo. Pinto da Costa, o presidente do FC Porto e o homem mais poderoso do futebol português na altura, apareceu, a dizer que de acordo com as regras, o balneário dos visitantes só tinha que estar disponível uma hora antes do jogo. ‘Respeito muito o senhor Eriksson como pessoa’, disse. ‘Mas guerra é guerra.’»
«Quando o balneário foi finalmente aberto», continua o livro, «descobrimos que tinha sido pulverizado com um químico qualquer que tornava impossível respirar. Os nossos jogadores tiveram que se equipar no átrio, cá fora. Perguntei a um funcionário do Porto se podíamos pelo menos ter acesso ao relvado, mas as ordens de Da Costa eram que a equipa visitante só podia subir ao relvado meia hora antes do pontapé de saía. Quando subimos para o campo, o relvado estava tão molhado que dificilmente conseguíamos fazer um passe, e as linhas tinham sido redesenhadas para tornar o campo mais pequeno. O nosso banco tinha sido colocado quase em linha com a área de penálti, e preso de forma que era impossível movê-lo.»
Veio a terceira época no Benfica, que «foi um pesadelo». Eriksson diz que foi Gaspar Ramos quem o convenceu a ficar mais essa temporada, o que «foi um erro». Conta como conheceu nessa altura Pini Zahavi, até hoje um dos empresários com mais peso no futebol mundial e com quem manteve relações desde então, e lhe comprou Yuran e Kulkov. «Tínhamos dois jovens médios, Rui Costa e Paulo Sousa, que se estreavam na primeira equipa, mas éramos fracos na frente e não sei como consegui montar uma defesa. Os reforços russos nunca se adaptaram.» Yuran «gostava da boa vida, mas não estava habituado ao dinheiro; não confiava no banco e guardava o dinheiro no colchão».


«Il perdente di successo» Eriksson queria voltar a Itália apesar de, diz, poder ter ido para o Bayern Munique. Apareceu a Sampdoria e não olhou para trás. Foram cinco anos no clube de Génova, duas Taças ganhas e uma meia-final da Taça das Taças. Onde eliminou o FC Porto, nos quartos de final. «Perdemos a primeira mão em casa, 1-0. Na segunda mão fui ter com Pinto da Costa e lembrei-o do jogo pelo Benfica uns anos antes. Ele limitou-se a rir. Desta vez fui o último a rir.»
Foi na Sampdoria que começou a ganhar a alcunha que o perseguiu desde então. «Il perdente di successo», o perdedor com glamour. Seguiu-se a Lazio e, apesar de ter ganho duas Taças de Itália e a Supertaça no clube romano, só contrariou de facto aquela imagem ao fim de quatro anos, quando conquistou finalmente o «scudetto». Uma vitória no meio da nebulosa que era o futebol italiano. A Lazio lutou pelo título com a Juventus e Eriksson relata o episódio famoso em que o árbitro Massimo De Santis invalidou um golo do Parma à Juventus na penúltima jornada. De Santis viria a ser suspenso anos mais tarde, envolvido no Calciocaos, em 2006.


Inglaterra, o emprego impossível E depois a vida de Eriksson mudou. Apareceu a seleção de Inglaterra, disse adeus ao futebol de clubes a alto nível e entrou num mundo novo. Era 2001. Foram cinco anos num cargo «impossível», como o definiu o antigo primeiro-ministro Tony Blair numa conversa de aeroporto com Eriksson.
Os anos ingleses são um relato de futebol, mas também da sucessão de casos e de escândalos em que se viu envolvido.
Antes de mais, as dificuldades em construir a equipa. «Em miúdos, os jogadores mais fracos ou iam para a baliza ou para o lado esquerdo. Talvez em Inglaterra funcionasse como em Torsby, porque havia poucos bons jogadores para essas posições. Foram o tendão de Aquiles durante todo o meu tempo como selecionador da Inglaterra.»
O livro tem, claro, o relato dos dois Mundiais e um Europeu, em todos eliminado nos quartos de final. Sempre frente a Scolari, duas vezes frente a Portugal.
Mundial 2002, Ronaldinho «a mentir» 2002, a queda frente ao Brasil, decidida num livre de Ronaldinho. «Ele queria marcar naquele livre ou foi sorte?», atormenta-se Eriksson. «Anos mais fiz-lhe a pergunta em português. ‘Sven, sabes que foi um remate.’ ‘Estás a mentir’; disse-lhe.»

 

Euro 2004, os penáltis e a relva Depois 2004. Eriksson aproveita aliás para contar no livro que teve um papel na vitória de Portugal para a organização da prova. Amigo de Lennart Johansson, promoveu uma reunião com o presidente da UEFA e Gilberto Madaíl e garantiu ao compatriota que Portugal estaria à altura do desafio.
2004 para Eriksson terminou na eliminação com Portugal, com Ricardo e os penáltis. Daquele jogo, o golo de Rui Costa visto por Sven. «Iria Rui Costa, que tinha começado a carreira 14 anos antes no Benfica quando eu era treinador, terminar a sua carreira internacional eliminando-me do Europeu?» Antes, o golo de Sol Campbell que não valeu e custou a carreira ao árbitro Urs Meier. Eriksson conta que, perante a campanha de que Meier foi alvo em Inglaterra, ligou ao juiz a pedir-lhe desculpa em nome da seleção. E depois os penáltis, claro, e a falha de Beckham. Eriksson tinha pedido para arranjarem a relva na marca de penálti na Luz na véspera. «Não arranjaram.»

 

Mundial 2006, o fim 2006, de novo Portugal, os penáltis depois da expulsão de Rooney. «Nunca vi o lance na televisão. Não sei se Rooney foi bem ou mal expulso. Só sabia o que queria dizer quanto às nossas hipóteses no jogo.» A Inglaterra tinha treinado penáltis, uma e outra vez, garante Eriksson. «Mas no treino não era como no jogo a sério. Eu sabia disso.»

 

A Inglaterra caiu e foi o fim da linha para Eriksson. Ele voltou para a Suécia e remoeu vezes sem conta o que tinha corrido mal. «Devia ter trazido um treinador para preparar mentalmente os jogadores para os penáltis. Por que não o fiz?» Também responde às críticas dos media: «Em cinco anos e meio só perdi três jogos no tempo regulamentar.» Mas sabe que as estatísticas, no fim, pouco interessam. «A margem entre falhanço e sucesso é fina como uma lâmina. No fim só os resultados contam. Sabia-o melhor que ninguém.»
Ferguson e Mourinho De Inglaterra, Eriksson recorda ainda as batalhas com Ferguson, sempre relutante em ceder jogadores à seleção. Sobre todas a guerra por Rooney, quando o avançado partiu o pé num jogo com o Chelsea a dois meses do Mundial 2006. Ferguson proibiu Eriksson de entrar no balneário no fim do jogo e disse que não podia levar Rooney ao Mundial.
Eriksson relata uma reunião tensa em que o médico da seleção explicou que o jogador podia recuperar, na cara de um furioso Ferguson. Pelo contrário, conta Sven, Mourinho nunca levantou este tipo de problemas. «Gostava de Mourinho. Para fora, ele era vaidoso, mas era um tipo simpático. Ao contrário do Ferguson, nunca me deu problemas com os jogadores dele.»
Do sheik falso a Pyongyang Eriksson já estava fora da seleção inglesa antes do Mundial. A gota de água tinha sido o escândalo do sheik, quando se deixou apanhar numa armadilha do tablóide «News of the World», a admitir treinar o Aston Villa.
Eriksson tenta explicar como se deixou envolver naquilo. O contacto foi de Athole Still, um empresário com quem trabalhava há muito e que até terá obtido autorização da FA para a viagem. E Eriksson foi. O livro está cheio de histórias em que Eriksson se deixou ir, que ele justifica num misto de boa vontade e ingenuidade. Como anos mais tarde, quando embarcou num obscuro projeto para fazer do Notts County um clube de topo. Era uma aldrabice e Eriksson conta que mais tarde até colaborou com a BBC para um documentário que desmontava a história.
É dessa altura o relato de uma visita surreal à Coreia do Norte. Os responsáveis do Notts County disseram a Eriksson que a presença dele seria útil nessa viagem, que pretendia avançar com «um grande negócio» relacionado com «recursos minerais». E Eriksson foi.  
Dessa viagem relata uma conversa com aquele que pensa ser o presidente da Federação da Coreia do Norte, que tinha acabado de se apurar para o Mundial 2010. «Pediu-me para os ajudar a conseguir um sorteio favorável para o Mundial. ‘O que quer dizer?’, perguntei. «Dado que eu conhecia gente na FIFA, não poderia ajudar a assegurar que a Coreia do Norte tinha um grupo fácil?» Eriksson respondeu que era impossível e lá voltou para Inglaterra, não sem ter ficado retido no aeroporto em Pyongyang porque, aparentemente, o tal negócio que os seus sócios britânicos tinham ido fazer não correu assim tão bem.
Em 2010 acabou por voltar a cruzar-se com a Coreia do Norte (e com Portugal, e com o Brasil), quando levou a Costa do Marfim à fase final: «Aparentemente, o plano deles para combinar o sorteio tinha-se virado contra eles.»
Não ao Benfica Depois de Inglaterra esteve mais de um ano parado. Ainda foi para o Manchester City, de onde o milionário tailandês que tinha comprado o clube o despediu. Contra a vontade, relata Eriksson, dos adeptos e dos jogadores, que chegaram a ameaçar fazer greve. Mas foi por estar preso num jogo do City que não viajou para a Suécia a tempo de se despedir da mãe antes da sua morte. A mãe a quem ligou todos os dias da sua vida.
O City foi o fim de Eriksson no futebol de topo. Em 2008 recusou voltar ao Benfica, depois de um encontro com Rui Costa e Luís Filipe Vieira. Arrependeu-se, como se arrependeu de muitas outras escolhas que fez.
Seguiu-se a seleção do México, o Notts County, quatro meses na Costa do Marfim, o Leicester, depois foi diretor-técnico num clube tailandês e noutro do Dubai. Em junho de 2013 voltou ao banco, para treinar o Guanzhou RF.

O dinheiro e o resto que perdeu É aí que acaba de escrever o livro. A olhar para trás. Confessa que, relendo o que está escrito, se sente deprimido. «Para onde foram os anos?» Hoje Eriksson está sozinho. A mãe dos seus filhos separou-se dele há muito, quando soube do seu primeiro caso, em Itália. As muitas namoradas passaram. Os dois filhos têm as suas vidas. O mais velho formou-se em desporto e chegou a trabalhar com Sven nos últimos anos.
Perdeu muito do crescimento dos filhos. Um dos momentos mais duros do livro é quando relata como a filha lhe pediu que não fosse à sua formatura, porque não queria que a cerimónia se transformasse num circo de «paparazzi» ingleses. «O preço que paguei pelo meu sucesso foi alto, mas nunca me perguntei se valia a pena.»
Também está sem dinheiro, diz. Dinheiro é um assunto recorrente no livro. Porque Eriksson sabe que tem fama de ser ganancioso, passa o livro a dizer que não, que nunca ligou ao dinheiro. «Não sei o preço de um pacote de leite, mas também não sabia quando era jovem na Suécia.» O livro está no entanto cheio de pormenores sobre o dinheiro que foi ganhando, mas também sobre o que perdeu.
Perdeu muito, diz, com Samir Khan, o seu antigo conselheiro financeiro que acusa de ter gasto quase toda a sua fortuna sem ele saber, qualquer coisa como 10 milhões de libras. Na versão de Eriksson, Khan explorou precisamente o seu desapego ao dinheiro. Está em tribunal contra ele.
Tem mais dois casos em tribunal. Um deles contra Nancy Dell’Olio, antiga namorada com quem viveu anos, de Itália a Inglaterra, por um diferendo sobre partilhas. E o terceiro contra os donos do «Mirror», que Eriksson acusa de ter colocado os seus telefones sob escuta, conseguindo assim divulgar, entre outras coisas, o seu caso com a sueca Ulrika Johnsson, o primeiro grande escândalo de saias de Eriksson em Inglaterra. 
Eriksson diz que não tem assim tanto dinheiro e por isso precisa de trabalhar. Acaba de pôr a sua propriedade na Suécia à venda. Mas o motivo por que não para é mais profundo. No início do livro, Sven conta como se encontrou em Itália com Nils Liedholm, lenda do futebol sueco e do calcio, e este, já reformado, acabou a conversa a implorar-lhe que lhe arranjasse um clube para treinar, «nem que fosse uma equipa de juniores». «Se Liedholm, a lenda, não se sentia satisfeito, é possível alguma vez um treinador de futebol ficar satisfeito? Agora sei a resposta.»
"
 
 
Óbviamente vou comprar este livro escrito por uma pessoa e um profissional que eu sempre admirei.
 
Saudações Benfiquistas.
publicado por Potenza às 19:15
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Sábado, 3 de Novembro de 2012

Vasco Santos seguido de João Ferreira

 

Apesar da vitória incontestável do Sport Lisboa e Benfica no último jogo do campeonato frente ao Gil Vicente, não podemos deixar de referir a péssima arbitragem de Vasco Santos neste encontro.

O facto de Lima ter marcado logo no inicio do encontro foi importantissimo, pois desmontou desde logo as verdadeiras inteções de Vasco Santos, que mesmo assim não se inibiu e solidificou uma exibição digna de finalistas de europeus de futebol.

Pio, jogador do Gil Vicente, fartou-se de fazer faltas neste jogo, mais particularmente na 1ª parte do encontro em que 5 delas (Maxi arrancado pela raiz, Lima impedido de continuar o lance, Enzo agarrado pela camisola(!), novamente Maxi a sofrer falta dura, e a outra já não me recordo) foram para amarelo sendo que Vasco Santos não sancionou uma unica delas com a respectiva admoestação disciplinar.

Ao mesmo tempo, Matic tropeça e choca com um adversário, comete a sua 1ª falta e vê desde logo o cartão amarelo.

Hallison, central do Gil, empurra com os cotovelos Lima pela nuca (!) jogando este ao chão quando tentava fazer o passe para Cardozo que ficaria com apenas um defesa pela frente, nada, apenas uma falta normalissima pois nem impediu o contra-ataque nem nada.

Pior do que isso só mesmo o 1º cartão amarelo assinalado a Enzo, quer dizer, o jogador encarnado está na posse de bola, tenta iniciar o ataque da sua equipa, e quando vai efectuar o passe para o ataque Pio tenta disputar o lance mas joga-se para o chão, sendo que em nenhuma das repetições é visivel de houve efectivamente contacto fisico entre os dois jogadores, e Vasco Santos resolve uma saida para o ataque do Benfica com um livre perigoso a favor do Gil e cartão amarelo a Enzo. Isto é nitidamente uma palhaçada.

Consideramos que temos de denunciar isto sempre, e não apenas quando o Benfica perde, mas sim sempre que o Benfica é nitidamente prejudicado pelas arbitragens independentemente do resultado. Conquistou-se uma vitória justa e expressiva, mas vimos um jogador injustamente expulso apenas e só por uma ausência de critérios equivamentes por parte do arbitro do encontro, Vasco Santos.

Agora para um jogo quentinho com o Guimarães, vem o João Ferreira.

E todos sabemos do que o João Ferreira é capaz, principalmente em jogos com elevado grau de intensidade como costumam ser os confrontos entre o Benfica e o Guimarães.

 

Finalmente jesus colocou em campo aquela que sempre considerei que deveria ser a dupla titular do ataque do Benfica. Cardozo e Lima. Sem qualquer desprimor relativamente a Rodrigo, mas neste momento não existe qualquer dúvida. É que com esta dupla, as equipas adversárias nunca conseguem ter os dois marcados de forma eficiente, pois a unica forma é destaparem o resto.

 

Pela verdade desportiva !

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 13:13
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

A minha deslocação à Luz.

 

Depois de batalhar um bom bocado para estacionar o carro, la encontrei um espaço no Alto dos Moinhos e comecei a descer a escadaria em direcção À Catedral.

Ao passar por cima da ponte, verifiquei que os empregados do parque de estacionamento estavam a barrar os carros à entrada mesmo existindo ainda vários lugares por ocupar dentro do parque. Enfim, lá continuei em direcção ao pavilhão da Luz.

Lá chegado, fui informado de que teria de me deslocar para a porta 17 do Estádio, e assim fui para o fim da fila, que começava já a esta hora (por volta das 12h) bem fora do mesmo.

Depois do choque inicial com o tamanho da fila, veio algum consolo pois a mesma andava rápido, isto mesmo apesar de nos fazerem andar ás voltinhas entre grades já dentro do estádio, o que compreendi de imediato como uma tentativa de proteger os sócios para que estes não tivessem de esperar à chuva. Mas lá está, nem todos compreendem, principalmente uma senhora que por lá andava que com uma grande lata passou à frente de uma data de gente e ainda se pos a falar ao telemovel em voz alta a dizer que estava muito mau e que era horrivel, etc e tal.

O pessoal so se ria ...

Tudo muito ordeiro e tranquilo a avançar com a serenidade necessária para votar em tranquilidade.

Entre o Estádio e o pavilhão lá estavam uma data de jornalistas e cameras a dar conta da adesão ás urnas.

Entrando no pavilhão somos encaminhados para as mesas de recepção do cartão de sócio, onde é verificado o mesmo e atribuido um outro que é carregado no momento com o nº de votos a que temos direito, e onde nos são dadas as instruções necessárias para votarmos de forma electrónica.

De seguida passamos então ao voto propriamente dito nas mesas electronicas, onde inserimos o cartão que nos foi dado, escolhemos onde votar (se Lista A, Lista B ou Branco) e confirmamos o voto.

Nada mais simples.

Regressamos ás mesas iniciais para entregar o cartão de voto e recebermos de volta o cartão de sócio.

À saida do pavilhão ainda me tentaram fazer um inquérito ao qual não me disponibilizei agradecendo, mas estava efectivamente apertado de tempo.

E agora é só aguardar o resultado das eleições, ao que parece lá pelas 23h já se saberão os resultados.

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 19:06
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012

Mas nem tudo são rosas ...

 

Se a anterior noticia foi optima, existem outras que nunca o poderão ser.

 

Como se pode estragar a noticia anterior ? Dar o dito o dito por não dito, ou seja, os jogos do Benfica não passarem em exclusivo na BenficaTV. Já se ouve dizer que só se aplica aos jogos em casa. É preciso ter cuidado e esclarecer isto.

Parece que será o Moniz a "tratar" disto. Qualquer contratação de pessoal que esteja actualmente (ou anteriormente) ligados aos actuais canais de tv onde passam os jogos do Benfica, será uma autêntica facada num balão cheio de virtudes. Não podemos aceitar de forma alguma qualquer um desses "pseudo-jornalistas" que durante anos a fio apenas e so tiveram um unico objectivo, prejudicar, denegrir e injuriar o Benfica, os seus profissionais e principalmente os Benfiquistas.

 

Na internet tambem surgem noticias referentes à integração do anterior Presidente do Glorioso, Manuel Damásio, num quadro de honra ou coisa semelhante. Nenhum Benfiquista que tenha estado presente durante os anos que durou a Presidência de Damásio pode minimamente concordar com esta medida. Foi o pior Presidente que o Benfica teve, Repito, foi o pior Presidente que o Benfica teve. Todos nos lembramos da "aliança" com o "bufolas", das declarações de rendimentos com o ordenado minimo, das facturas de 500 contos em charutos, do que se passava no camarote presidencial da Luz, do desmembrar de uma equipa de sonho substituida por meia equipa do Tirsense, de capelas e outras alarvidades que tal. Fora o que se passou nas modalidades! E não pensem que isto é uma opinião pessoal, pois quando fui receber o emblema dos 25 anos de sócio ele apareceu por lá com a esposa e o filho e os sócios fizeram questão de se manifestar. Felizmente nem todos tem a memória curta, sendo que todos devem de assumir e ser responsabilizados pelas sua gestão danosa no Benfica, e não apenas um.

 

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 11:57
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A estocada final !

 

http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=359924

 

 

Finalmente !

 

É esta a noticia esperada por todos os Benfiquistas !

 

O prazer de ver e ouvir os nossos jogos relatados por pessoas que não vomitam odio ao Glorioso !

 

A falência anunciada da SportTV bem como o cumprimento dos contratos feitos por esta operadora com os clubes rivais que ficará óbviamente comprometido no futuro ! Sem Benfica e com a crise, os cancelamentos serão mais que muitos !

 

Mas a cereja no topo do bolo, é o facto de a tal clausula do contrato da Olivedesportos com os corruptos assumidos condenados que refere que estes nunca iriam receber menos do que 20% do que a Olivedesportos pagaria ao Glorioso, é agora inutil !!!

 

É sem dúvida a maior, a melhor maneira de o Benfica se tornar economicamente independente dos tentaculos dos corruptos assumidos condenados.

 

Assim o Benfica tal como a verdade desportiva triunfarão, tal como sempre pensámos e direccionámos a nossa opinião aqui no blog.

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 01:05
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

O que gostarias de ver discutido durante a campanha para a Presidência do Glorioso ?

 

1º Qual o futuro do contrato televisivo com a Olivedesportos ? Será renovado ? (e aqui incluo qualquer artimenha que entretanto seja inventada, do genero uma nova empresa controlada pelo oliveirinha so que com outro nome ou algo do género)

 

2º Qual a tua opinião sobre a BenficaTV ? Um verdadeiro fiasco, não serve os Benfiquistas nem o Benfica. Dá tachos a quem não os merece e isso é por demais notório em programas de puro "lambe-botismo". Jogos brasileiros ?! Por favor, comprem à RTP os seus arquivos dos jogos do Benfica de todas as modalidades e divulguem a verdadeira mistica ! O Benfica democrático, do povo e dos Benfiquistas não é merecedor disto.

 

Agradeço o contributo para mais questões que vos pareçam por demais pertinentes que fossem discutidas.

 

Viva o Benfica !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 21:02
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

À 3ª foi de vez !

 

Depois do jogo com o Setubal do "carniceiro" Mota, que empregou a sua usual táctica de arrear forte e feio nos jogadores do Glorioso contando com os habituais favores dos árbitros a suportar ao que se somou o seu habitual engraixamento aos corruptos assumidos condenados nas entrevistas após o jogo (por alguma coisa ele tem andado a treinar clubes que foram "vitimas" da satelização dos corruptos assumidos condenados nos ultimos anos), depois de outra vitória incontestável sobre um Nacional que se bateu bem em campo enquanto teve forças para isso, eis que à 3º foi de vez, e coincidência das coincidências mais uma vez uma "xistrada" como infelizmente de há longos anos a est parte é também já habitual.

Resistiu-se ao Soares Dias, resistiu-se ao "superdragay" Jorge Sousa, mas a um Xistra cheio de vontade de seguir os exemplos dos "meninos bonitos" de Vitor Pereira para sonhar com uma final da LC ou mesmo com uma final de um Euro, não deu.

Duas grandes penalidades "sacadas da cartola", não há equipa que resista a tamanho inclinar de campo, mesmo que neste jogo a Académica não tenha jogado nada, e não jogou mesmo nada.

Se a isto juntarmos 3 bolas nos postes/barras da baliza da Académica, o empate, ou melhor o ponto conquistado, só pode saber a afronta na cabeça do Xistra.

Vitor Pereira ainda veio com umas postas de pescada para os pasquins ao referir que não quer ser considerado o inocente no meio da APAF, e aí devo referir que estou completamente de acordo com o que referiu. Aqui nunca dissemos que ele era inocente das sucessivas bárbaras nomeações para os jogos do Benfica, basta ver os vários inicios de campeonatos para nos apercebermos disso. O que referimos por aqui é que o seu papel na arbitragem portuguesa é o de nitida vassalagem aos corruptos assumidos condenados, que assim prostitui a arbitragem e deturpa totalmente a verdade desportiva em Portugal. Que não fique qualquer dúvida quanto a isso.

Fora de campo, assistimos todos a várias manobras que influenciaram o que se viu nas semanas anteriores ao jogo de Coimbra, e passemos a referir :

A venda do homenzinho verde por menos de metade da clausula de rescisão (e sabemos que estes valores estão sob suspeita) permitiu aos corruptos assumidos condenados várias manobras.

O dinheiro encaixado pelos corruptos assumidos condenados permitiu desde logo que se efectuasse uma homenagem aqueles que mais contribuiram nos ultimos anos nos "sucessos" dos corruptos assumidos condenados, feita pela associação de futebol do Porto aos árbitros que estiveram na final da LC e do Euro !!!!

Depois disto sucede o que sucedeu em Coimbra !!

É por estas e por outras que já referimos por aqui várias vezes que não há coincidências no futebol português !!

A FPF lembrou-se agora de levantar um inquérito sobre as palavras de Rui Gomes da Silva relativamente ao facto de o Benfica estar avisado do que poderia acontecer no jogo em Coimbra com a arbitragem do Xistra.

Nós aqui estamos sempre disponiveis para ajudar nesta matéria, pois não só o Benfica estava avisado do que poderia suceder e sucedeu no jogo em Coimbra sob a arbitragem do Xistra, como todos os Benfiquistas sabiam o que ia acontecer e como todas as pessoas que seguem o futebol nacional há vários anos sabiam que isto ia acontecer. Epá, vejam os videos dos jogos do Benfica arbitrados pelo Xistra ! É que não há volta a dar, é sempre a mesma coisa !

E quanto a hoje lá vem o Marco Ferreira para arbitrar o jogo, o que é um autêntico alivio para Vitor Pereira proporcionado pelo "feito" do Xistra na jornada anterior, pois assim Vitor Pereira pode guardar os seus 3 "mais que tudo" para os jogos contra os corruptos assumidos condenados e as lagartixas submissas. Exactamente caro leitor, o Proença, o Benquerença e o Duarte Gomes.

Só não vê quem não quer.

 

Boa vitória no Andebol da nossa Gloriosa equipa para o campeonato !

 

 

Força Benfica !

 

Contra tudo e contra todos !

 

Pela verdade desportiva !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

 

publicado por Potenza às 15:50
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Sábado, 25 de Agosto de 2012

"Superdragay" Jorge Sousa para Setubal

 

Depois de Soares Dias ter cumprido o seu "dever" na Luz no jogo com o Braga, nada melhor do que um "europeu" "superdragay" Jorge Sousa para dar continuidade à odisseia do Glorioso Sport Lisboa e Benfica no campeonato nacional, ou seja, o Benfica lá terá de efectuar mais um jogo contra 14 elementos.

Quem acompanha o nosso futebol já há uns anos a esta parte como nós, sabe que nada disto é coincidência, em especial nas primeiras 10 jornadas do campeonato onde os mesmos tem sido decididos na esmagadora maioria das vezes.

Se a isto juntarmos o facto de os corruptos assumidos condenados estarem em liquidação total do seu plantel para fazer face ao encerramento de várias modalidades, os constantes ordenados em atraso dos seus atletas, e principalmente os custos associados à viciação de resultados, das arbitragens e de atletas ligados a outros clubes mas com empresários "amigos" (senão estão a ver o que isto é vejam o caso de Sereno que foi comprado há umas épocas ao Guimarães em vésperas de um Guimarães vs corruptos assumidos condenados, em que a sua exibição no encontro foi marcada por 2 passes seus para o avançado dos corruptos da altura isolando-o frente ao guarda-redes !), certamente que só há uma conclusão a retirar disto tudo. Mesmo os mais ingénuos terão certamente grandes dificuldades em considerar todos estes factos juntos como uma mera coincidência, só mesmo os media ligados à folha salarial dos corruptos assumidos condenados é que a encontrarão.

"Superdragay" Jorge Sousa terá então uma excelente oportunidade de retribuir o facto de os corruptos assumidos condenados o terem colocado numa final de um europeu, bem à semelhança do que fez "Dudu" Duarte Gomes na jornada anterior onde, entre outros, perdoou uma grande penalidade aos corruptos assumidos condenados por mão de um defesa dentro da sua grande àrea. Claro que o "matraquilho" do "treinador" dos corruptos assumidos condenados veio com aquelas declarações ridiculas e mentirosas para a conferência de imprensa pós-jogo apenas e só para desviar atenções e facilitar o trabalho aos media corruptos.

No entanto, e caso a nossa Gloriosa equipa não cometa erros crassos como no jogo anterior, mesmo contra 14 estou confiante em que os 3 pontos venham para a Luz, porque se no jogo anterior frente a um candidato ao titulo nacional, que veio à Luz apenas e só com o objectivo de não perder (muito me ri ao ver a equipa do Braga em campo depois de ter lido barbaridades várias dos media avençados relativamente às "novas tácticas" que o Peseiro iria implementar, ouviu-se falar repetidamente em 4x4x2, quando o que vimos na Luz foi um 4x5x1 que na maior parte era um 5x5x0), com uma arbitragem que, como vimos no post anterior teve influência directa no resultado final, e principalmente porque ambos os golos do Braga foram "oferecidos" pelo Benfica, com Javi Garcia e Luisão fortemente condicionados pelo que aconteceu na pré-época (o espanhol até pareceu não estar em campo ao passo que o nosso capitão esteve manifestamente intranquilo), não poderemos esperar outra coisa senão a vitória.

 

Força Benfica !

 

Pela verdade desportiva !

 

E Pluribus Unum !

 

Saudações Benfiquistas.

publicado por Potenza às 13:11
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